{Lançamentos} Intrínseca - Setembro/2017





MINDHUNTER: O PRIMEIRO CAÇADOR DE SERIAL KILLERS AMERICANO - JOHN DOUGLAS E MARK OLSHAKER

Durante as mais de duas décadas em que atuou no FBI, o agente especial John Douglas tornou-se uma figura lendária. Em uma época em que a expressão “serial killer” nem existia, ele foi um oficial exemplar na aplicação da lei e na perseguição aos mais conhecidos e sádicos homicidas de nosso tempo. Douglas confrontou, entrevistou e estudou dezenas de serial killers e assassinos, incluindo Charles Manson, Ted Bundy e Ed Gein. Com a força de um thriller, ainda que terrivelmente verdadeiro, o livro é um fascinante relato da vida de um agente especial do FBI e da mente dos mais perturbados assassinos em série que ele perseguiu. A história de Douglas serviu de inspiração para a série homônima da Netflix, que conta com a direção de David Fincher (Garota Exemplar e Clube da Luta) e Jonathan Groff, Holt McCallany e Anna Torv.

OS PIORES PIRRALHOS DO MUNDO - DAVID WALLIAMS

Então vamos lá. Uma galeria especial para os meninos e meninas que são perfeitos exemplos do que não fazer!
Sofia Sofá passa tanto tempo esparramada vendo TV que já não dá para saber o que é a Sofia e o que é o sofá! E o que fazer com Beto Babão, conhecido como o menino que mais baba na face da Terra? E é uma baba capaz de arruinar um museu inteiro! Tem também a Charlene Chorona, que, como é de se imaginar, chora bastante. Até aí, tudo bem, mas a menina tem o péssimo hábito de botar a culpa por tudo no pobre irmãozinho. Sem contar a Filomena Flatulenta, que... Bem, nem precisa explicar.
Nestas dez histórias tão divertidas quanto horripilantes, tão criativas quanto nojentas, David Walliams faz os pequenos leitores morrerem de rir com os pirralhos mais malcriados, mais bagunceiros e mesmo assim mais adoráveis do mundo.

{Resenha} Os 27 Crushes de Molly



Título: Os 27 Crushes de Molly
Autor: Becky Albertalli
Editora: Intrínseca
Tradução: Regiane Winarski
ISBN: 9788551002360
Número de Páginas: 320
Ano: 2017
Classificação: 

Molly já viveu muitas paixões, mas só dentro de sua cabeça. E foi assim que, aos dezessete anos, a menina acumulou vinte e seis crushes. Embora sua irmã gêmea, Cassie, viva dizendo que ela precisa ser mais corajosa, Molly não consegue suportar a possibilidade de levar um fora. Então age com muito cuidado. Como ela diz, garotas gordas sempre têm que ser cautelosas.
Tudo muda quando Cassie começa a namorar Mina, e Molly pela primeira vez tem que lidar com uma solidão implacável e sentimentos muito conflitantes. Por sorte, um dos melhores amigos de Mina é um garoto hipster, fofo e lindo, o vigésimo sétimo crush perfeito e talvez até um futuro namorado. Se Molly finalmente se arriscar e se envolver com ele, pode dar seu primeiro beijo e ainda se reaproximar da irmã.
Só tem um problema, que atende pelo nome de Reid Wertheim, o garoto com quem Molly trabalha. Ele é meio esquisito. Ele gosta de Tolkien. Ele vai a feiras medievais. Ele usa tênis brancos ridículos. Molly jamais, em hipótese alguma, se apaixonaria por ele. Certo?
Em Os 27 Crushes de Molly, a perspicácia, a delicadeza e o senso de humor de Becky Albertalli nos conquistam mais uma vez, em uma história sobre amizade, amadurecimento e, claro, aquele friozinho na barriga que só um crush pode provocar.

Meu primeiro contato com Becky Albertalli foi com Simon vs. A Agenda Homo Sapiens, que acabou se tornando um dos meus livros favoritos, assim como a autora. Quando surgiu a novidade de que a Intrínseca lançaria um segundo livro da autora, veio a animação. Becky conseguiu me conquistar de novo com a história de Molly, que engloba diversos temas. gerando uma grande representatividade.

{Resenha} Meu Livro. Eu que Escrevi.



Título: Meu Livro. Eu que Escrevi.
Autor: Duny Eveley (Raony Phillips)
Editora: Intrínseca
ISBN: 9788551002384
Número de Páginas: 168
Ano: 2017
Classificação: 

Duny (lê-se Dani) é uma celebridade de alcance mundial, alçada ao estrelato por seu imenso talento, inteligência, classe e beleza incomparáveis. Ou, pelo menos, era isso o que ela esperava da vida - que, no caso de Duny, se resume basicamente a um loop infinito de lacres, barracos e baixarias cometidos em busca da fama. Meu livro. Eu que escrevi é o maior deles.
Conhecida dos fãs principalmente por trabalhar e morar na Pensão da Tia Ruiva e ser uma das estrelas da websérie Girls in the House, Duny hoje comanda também o reality show investigativo Disk Duny e é comentarista on-line de premiações como o Oscar e o Grammy para uma grande rede de TV, mas ela já passou por muita coisa nessa vida: da humilhação pública de fazer agachamentos em trajes sumários num programa de auditório a fingir que suporta crianças só para ser babá da filha de uma artista famosíssima e ficar um tantinho mais perto dos maiores nomes da música pop.
Se valeu a pena? Para Duny, ainda vamos saber. Mas, para quem lê essa autobiografia recheada do início ao fim com o melhor da ironia (ou grosseria) moderna e total ausência de preciosismo vernacular, vale cada página.

A websérie nacional Girls In The House, criada por Raony Phillips, que usa como base o The Sims 4 conquistou a internet. Duny é uma das principais personagens da série, sendo a grande estrela do show, por conta dos seus bordões e personalidade forte, se é que podemos chamar assim. Quando soube do lançamento, fiquei bastante curioso, pois aprecio a série e acreditava que seria muito divertido ler um livro escrito pela e sobre a personagem mais icônica da série. E realmente foi o que aconteceu.

{Resenha} Mitologia Nórdica



Título: Mitologia Nórdica
Autor: Neil Gaiman
Editora: Intrínseca
Tradução: Edmundo Barreiros
ISBN: 9788551001288
Número de Páginas: 288
Ano: 2017
Classificação: 

Neil Gaiman tem sido inspirado pela mitologia antiga na criação dos reinos fantásticos de sua ficção. Agora ele volta sua atenção para a fonte, apresentando uma versão bravura das grandes histórias do norte.
Na mitologia nórdica, Gaiman permanece fiel aos mitos ao prever o maior panteão dos deuses nórdicos: Odin, o mais alto dos altos, sábios, ousados ​​e astutos; Thor, filho de Odin, incrivelmente forte, mas não o mais sábio dos deuses; E Loki-filho de um irmão de sangue gigante para Odin e um malandro e insuperável manipulador.
Gaiman modela essas histórias primitivas em um arco romântico que começa com a gênese dos nove mundos lendários e mergulha nas façanhas de deidades, anões e gigantes. Uma vez, quando o martelo de Thor é roubado, Thor deve disfarçar-se como uma mulher - difícil com sua barba e enorme apetite - para roubá-lo de volta. Mais pungente é o conto em que o sangue de Kvasir - o mais sagaz dos deuses - se transforma em um hidromel que infunde bebedores com poesia. O trabalho culmina em Ragnarok, o crepúsculo dos deuses e o renascimento de um novo tempo e de pessoas.
Através da prosa hábil e espirituosa de Gaiman surgem esses deuses com suas naturezas ferozmente competitivas, sua susceptibilidade a ser enganados e enganar os outros e sua tendência a deixar a paixão inflamar suas ações, fazendo com que esses mitos há muito tempo respirem uma vida pungente novamente.

Se eu não me engano, meu primeiro contato com Neil Gaiman foi com Coraline, que está entre os meus livros e filmes favoritos. Depois eu li sua releitura de João e Maria e, agora, pude conferir a narrativa de alguns contos da mitologia nórdica Neil através desse livro (muito bonito) publicado pela editora Intrínseca.

Eu sempre gostei de mitologia. Acompanhei grande parte dos livros do Rick Riordan, sobre mitologia grega e romana e também li o primeiro volume de Magnus Chase e os Deuses de Asgard, que também é sobre literatura nórdica, mas ver como Neil Gaiman abordou os personagens e suas histórias foi algo muito legal e divertido.

{Crítica} Death Note (2017)



Quando surgiu a notícia de que Death Note seria adaptado como filme pela Netflix, houve um certo alvoroço por parte dos fãs, discutindo a possível qualidade que o filme poderia vir a ter, já que seria "americanizado". Eu, particularmente, tinha ficado muito ansioso pela notícia, por mais que eu tivesse que esperar meses para conferir, porém, o dia chegou, sexta feira passada (25), e o resultado foi apenas um: frustração (e acho que posso falar isso em nome das pessoas que gostavam do anime).

Light Yagami agora é Light Turner, interpretado pelo ator Nat Wolff, que, ao invés de residir no Japão, como no anime, ele mora em Seattle, nos Estados Unidos. Ele é um garoto comum, com problemas e traumas, principalmente o fato da sua mãe ter sido assassinada, não é popular na escola, mas tem a vida mudada quando acaba possuindo um caderno sobrenatural, com o título de Death Note (Caderno da Morte), que caiu do céu, literalmente, enquanto Light estava na escola.

{Resenha} Piano Vermelho



Título: Píano Vermelho
Autor: Josh Malerman
Editora: Intrínseca
Tradução: Alexandre Raposo
ISBN: 9788551002063
Número de Páginas: 320
Ano: 2017
Classificação: 

Ex-ícones da cena musical de Detroit, os Danes estão mergulhados no ostracismo. Sem emplacar nenhum novo hit, eles trabalham trancados em estúdio produzindo outras bandas, enchendo a cara e se dedicando com reverência à criação — ou, no caso, à ausência dela. Uma rotina interrompida pela visita de um funcionário misterioso do governo dos Estados Unidos, com um convite mais misterioso ainda: uma viagem a um deserto na África para investigar a origem de um som desconhecido que carrega em suas ondas um enorme poder de destruição. Liderados pelo pianista Philip Tonka, os Danes se juntam a um pelotão insólito em uma jornada pelas entranhas mortais do deserto. A viagem, assustadora e cheia de enigmas, leva Tonka para o centro de uma intrincada conspiração.
Seis meses depois, em um hospital, a enfermeira Ellen cuida de um paciente que se recupera de um acidente quase fatal. Sobreviver depois de tantas lesões parecia impossível, mas o homem resistiu. As circunstâncias do ocorrido ainda não foram esclarecidas e organismo dele está se curando em uma velocidade inexplicável. O paciente é Philip Tonka, e os meses que o separam do deserto e tudo o que lá aconteceu de nada serviram para dissipar seu medo e sua agonia. Onde foram parar seus companheiros? O que é verdade e o que é mentira? Ele precisa escapar para descobrir.
Com uma narrativa tensa e surpreendente, Josh Malerman combina em Piano Vermelho o comum e o inusitado numa escalada de acontecimentos que se desdobra nas mais improváveis direções sem jamais deixar de proporcionar aquilo pelo qual o leitor mais espera: o medo.

Há um certo "perigo" em ter um livro muito bom como primeira publicação, que é o caso de Caixa de Pássaros, que agradou vários leitores, inclusive a mim (o livro até entrou para a minha lista de favoritos)! Isso faz com que a a expectativa dos leitores quanto ao próximo livro seja grande, colocando uma certa responsabilidade nas costas do autor, mas as vezes há frustrações. Piano Vermelho é uma dessas frustrações.

{Lançamentos} Novo Conceito - Agosto/2017



FIQUE COMIGO (WAIT FOR YOU VOL. 2) - JENNIFER L. ARMENTROUT

Jase e Teresa for am destinados a ficar juntos ou a vida os levará a caminhos diferentes? Teresa Hamilton está tendo um ano difícil — ela está apaixonada pelo melhor amigo de seu irmão, mas ele simplesmente a ignora desde que se beijaram, um beijo verdadeiramente incrível e inspirador. Ela saiu de um relacionamento terrível, e agora uma lesão ameaça terminar sua carreira de bailarina. É hora do Plano B: faculdade. E talvez uma chance de convencer Jase de que o que eles sentem um pelo outro é real. Jase Winstead guarda um segredo do passado — além da paixão que sente pela linda irmã de seu melhor amigo. Embora ele e Teresa tenham uma atração forte, Jase sabe que suas responsabilidades devem ser prioridade. Certamente não tem tempo para um relacionamento. Entretanto, tudo o que ele consegue pensar é em estar com a única garota que poderia arruinar tudo para ele. Depois de uma tragédia no campus da faculdade, eles se aproximam mais e mais. É impossível continuar negando seus sentimentos. Jase e Teresa devem decidir o que eles estão dispostos a arriscar para estar juntos e o que estão dispostos a perder se não estiverem...

NUNCA DEIXE DE ACREDITAR - CHRISTINA RICKARDSSON

Em Nunca deixe de acreditar, Christina relata a história de sua vida como menina de rua no Brasil, da fome que passou, de como foi maltratada e da separação de sua mãe biológica e de seu país. Conta como foi crescer na Suécia com todos os choques culturais com os quais se deparou assim que chegou à pequena cidade localizada na região de Norrland. A autora revela sua experiência de sobrevivência, de como dois mundos totalmente diferentes contribuíram para a sua formação e de como lutou para unir as duas pessoas que tinha dentro de si mesma.
Uma história real sobre amor, tristeza, amizade e perdas. Um relato comovente, que faz com que o leitor reflita sobre como a empatia pelo próximo faz o mundo melhor. E como a falta dela faz ruir a dignidade humana.